sexta-feira, 14 de maio de 2010

I see no mountain

essa é pra você aí, que acha que é bonito tentar rimar "amor" com qualquer outra bosta que não seja sinônimo de "simplicidade".
porque para questões sentimentais, o ditado muda. a coisa fica diferente. "QUEM PROCURA, NÃO ACHA" e vice-versa.
correr atrás de algo sublime e transcendental é só mais um jeitinho que você encontrou para disfarçar todo esse medo ridículo de ficar sozinho.
o maior amor do mundo nem admite ser chamado de amor, com medo de fuder com a beleza da coisa, saca?
chamar de amor a empolgação, faz a mesma sumir completamente e um sentimento mesquinho de játenhodesculpe se apodera do passivo.
palavras bonitas e enfeitadinhas são lindas. num livro de Camões. e só.
dizer demais faz suspeitar do que realmente se passa por dentro.
quando é que você vai perceber que uma pessoa perturbada não consegue se relacionar?
quem fala demais dá bom dia a cavalo, leva coice, perde os dentes e deveria, DEVERIA aprender a fechar a boca por um bom tempo.
enquanto você procura, procura, procura. eu continuo aqui, parada. (*CÓCEGAS?) e adivinhe só? as coisas aparecem!
óóóóh!
e de forma muito mais intensa, verdadeira e pura do que qualquer outra que você pensa ter vivenciado.

recado dado.
hasta.

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