sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

arranca da garganta


como não posso cometer os erros que, por outros foram cometidos na mesma proporção e eu, por calada, não contestei?

não vou mais tentar me explicar,
tentar me justificar ou atenuar a situação.
cansei.
quero gente que me faz bem, e ele tá me fazendo bem. qual o problema nisso?

todos sabemos a grande diferença entre os itens dos versos medievais: "cantiga de amor, cantiga de amigo e cantiga de escárnio e maldizer"

não esperava de você, aprovação ao meu homem da vez, você que nunca aprovou sequer um.
talvez as outras tivessem sido falsas e também não tenham aprovado. agradeço a você pela sinceridade, sempre.
é sua maior qualidade.

mas a coisa só tem valor quando fica rala, rala.
e sua desaprovação quanto a qualquer coisa que faço já está tão saturada que virou lugar comum.

provavelmente a que mais tem meu amor,
e provavelmente a que mais me quer bem,
há sei lá, quatro anos? para mim parecem mais de mil. nos conhecemos como ninguém e nossa amizade é peça rara. coisa em que hoje em dia não se esbarra por aí...

mas não é de hoje.
tem tanta coisa, mas tanta coisa entalada.


e se um amigo te faz mais chorar do que sorrir, tem alguma coisa estranha com tudo isso.
ainda que seja a verdade. a mais pura verdade, não preciso disso agora. e muito menos consigo lidar com esse tipo de situação.



tá bom, preciso de um pé no chão e de alguém para dizer quando o corte de cabelo não está legal (metaforicamente). mas às vezes, preciso de alguém que voe comigo.

estarei aqui, de asas abertas.
mas não quero mais que nelas você taque fogo.

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