sábado, 8 de agosto de 2009

con este vicio de vivir mintiendo

é estranho falar assim, de uma forma quase que imparcial, sobre a nossa própria vida.
talvez nem seja tão difícil, na fase e estado em que me encontro nesse momento. altamente insensível e sensível ao mesmo tempo, se é que é possível estabelecer tal paradoxo. e garanto que é verdade!
mas de uma forma ou de outra temos que no conformar com a idiossincrasia. e respeitá-la.
não podemos controlar a vida de outrem e isso me é altamente frustrante.
mas não controlar, no sentido cru da palavra.
ter as pessoas do mundo como marionetes que comem-e-defecam não seria algo muito prazeroso, mas se tivéssemos simplesmente a habilidade de entender as necessidades alheias de maneira que possibilite agir da forma mais apropriada... isso sim, seria talvez ideal.
quanto à verdade, em sua forma rude, não acho que seja algo tão válido assim. afinal, de que seria a vida se não bebêssemos nosso copo de ilusões diário?
acho que na verdade eu sou só uma pessoa que precisa que alguém precise dela. não de forma pátria, necessária de verdade, ou exageradamente enfadonha. mas daquela forma da qual eu preciso de certas pessoas.
na verdade eu nem preciso tanto assim.
eu não consigo entender o que eu sinto, mas thankgod é tudo tão efêmero que eu não tenho tempo nem para pensar.
só o sentimento é fugaz o suficiente para passar pela minha alma e deixar vestígios que não são fortes o suficiente para me derrubar durante uma vida toda. isso, só o pensamento é capaz de fazer.

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